Sobre o blog


Posso dizer que esse blog é uma promessa de muito tempo. Começou com um mural (ou melhor dizendo um "Moural da LôCarol") e terminou como toda boa coisa termina: em tragadas. ("Sei lá Mô") by Min


Eu


Moura

19 anos, estudante de jornalismo, desiludido com a história do diploma, com mais dúvidas do que certezas, com um blog abandonado (no caso este). Ou seja mais um cara normal, que as vezes tem uma idiotice ou outra pra falar/escrever... E os créditos para este layout é TODO e eu disse TODO da Carol (Culpa da aula do Alves).

Valverde

Esse é o cara mais chato com quem eu convivo por quase 24 horas por dia... Salvo durante a noite. A manhã é toda com ele a tarde também e mais a noite na faculdade. Ou seja, eu sei bem quem ele é e vice-versa. Mas mesmo com os altos e baixos no fundo no fundo eu o amo, LÁ NO FUNDO. Agora ele vai escrever por aqui também, ou seja, pelo menos alguém vai escrever aqui. Go Green! E os créditos para este layout é TODO e eu disse TODO da Carol (Culpa da aula do Alves).


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segunda-feira, 21 de setembro de 2009 às 16:13


O que fazer?





O que fazer quando vc tem milhões de coisas na cabeça? Tantas coisas que vc não consegue parar e focar em apena uma?

Quando vc faz uma coisa que quer e de repente, num rompante de boa sorte vem uma nova oportunidade que faz com que vc tenha que mudar de idéia podendo assim ferir os sentimentos de um amigo/a?

Quando vc se envolve, ou se deixa envolver, com alguém e depois percebe que essa pessoa é um/uma idiota e mesmo assim muitas coisas te remetem a ele/ela? Como uma música, uma roupa, um comentário, um tigre.

Como proceder quando o seu sonho bate à sua porta e se vc segui-lo pode machucar alguém. Vc seguiria seu sonho mesmo com as consequencias disso?

Eu sei, eu também seguiria. Mas não sei o que me prende ainda, talvez seja a falta de informação, talvez seja a brevidade das coisas.

Mas quando se faz o que se gosta, sendo breve ou não faz diferença, aquela uma semana que passou, aos trancos e barrancos foi boa, pois foi diferente. Aquela semana de trabalho que passou, que trabalhei doente, que corri atrás de gente desagradável, que resolvi problemas de gente fútil que só soube me olhar com desprezo para agradecer. Na hora foi rude e não fosse graças ao energético que chegou na mesma hora eu tinha sido demitido, por razões óbeveas, naquele mesmo dia e nunca mais trabalharia no meio. Mas parando para analisar a atitude da moça (olha a dica) ela foi mais do que compreensível, imagine-se sendo âncora de um programa Fashion, vc tem um Lounge pra vc em um evento, com seu estúdio montado e tudo mais, e de repente, vc precisa ir até a sala de imprensa, mas, como vc tem seu lounge e sua face conhecida vc não precisa de credenciais, vc é vc, todos sabem quem é vc. Menos os seguranças da porta da sala de imprensa. Ai a casa cai meu querido, mas aparece ai o seu salvador da pátria, no caso eu, e ele para sua sorte está resolvendo um problema parecido para uma não tão famosa mas com contatos e ele sendo a pessoas maravilhosa que é, eu novamente, vai se virar pra resolver seu problema também, e de fato resolve.... Mas o que me fez realmente me colocar no lugar dela é, ela é famosa, ela é chic, ela é fashion, ela está en Vogue, e é barrada na porta da sala de imprensa. HUMILIATION, tomara que ninguém tenha visto. Eu teria odiado aquele garoto, eu, que levou mais que 5 minutos para achar o devido responsável para liberar sua entrada no recinto. Pois é Lilian Pacce eu compreendi, mals se vc torceu o pé pelas boas vibrações que eu enviei para vc.

Eu gostei de tomar sua olhada de desprezo, me colocou no meu lugar naquele momento mostrando quem eu era ali naquele contexto próximo a vc, ou seja, nada.

Obrigado.

Mas e ai, volto pro meio mesmo? Me jogo de cabeça nesse povo e me torno um deles?

Para quem não entendeu, daqui alguns dias eu explico... Ou não.


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